Ontem um pouco depois que sai do trabalho passei com o meu carro por um lombada e...
Puftpown!!! O carro foi pro chão e a roda travou e como estava em uma avenida relativamente movimentada de Barueri, por uns 5 segundo entrei em estado de pânico.
Nossa que ódio que dá a sensação de: “O que eu faço agora!?!?”
Como já passei dos 30 e sei que stress não leva a nada, respirei fundo, acendi o pisca alerta saí do carro, peguei o “triangulo” sinalizei todo o espaço e me posicionei no interior do carro para ligar pro seguro.
Existe uma vantagem enorme em ser mulher pelo menos uns 15 rapazes se ofereceram para ajudar, mas um deles era mecânico e foi o que realmente ajudou.
Meu carro teve que “dormir” na oficina, peguei o táxi oferecido pela seguradora e fui pra casa, cheguei +/- 19:45hs, 1h 45min depois do que normalmente chego, se considerar o trânsito e a complexidade da situação (esperar guincho, táxi, coisas assim) acredito que a questão tempo até que foi bem administrada.
E o trabalho na sexta...o que fazer?!?!?!?!!
Como estava chovendo e o Marcio não esta nem um pouco a fim de me acompanhar até Alphaville de bicicleta, resolvi que iria de “busão”.
Acordei no meu horário normal e fui para o ponto de ônibus, sei que a +/- 1 quadra de casa passa um ônibus para Alphaville, nunca peguei, não conheço os horários a única coisa que eu realmente sabia é que o ponto que eu deveria descer em Barueri fica muuuuuuuito longe da empresa onde trabalho e não tem um segundo ônibus que eu posso pegar.
Liguei para um colega de trabalho e pedi para que ele fosse me pegar no ponto, tudo ok e combinado entrei no busão.
45 minutos depois já estava em Alphaville, contra os normais 30 minutos que gasto diariamente para vir de carro, mas considerando, não dirigir e ser um ônibus intermunicipal, 45 minutos é um tempo excelente.
O ônibus que faz esse itinerário é um ônibus de viagem, aqueles bonitinhos que ninguém pode ficar em pé e tal, vindo pra cá a minha cabeça não parava de borbulhar: “Esse ônibus tem que deixar trazer bicicleta no bagageiro...deve ter gente que traz um monte de bagagem, é intermunicipal, quase uma viagem!”
Quase perguntei ao Motorista, mas assumo que senti vergonha, sou meio bicho do mato às vezes, anotei o telefone do “SAC” e assim que cheguei à empresa liguei.
“Bicicleta no ônibus, lógico que pode! Oxi, é por isso que tem bagageiro, pode trazer todo dia...você trabalha muito longe do ponto, vai morrer se for a pé todo dia!”
Bem, a 1° parte já estava resolvida, agora só era preciso convencer a chefe que seria melhor.
Conclusão:
30 minutos depois acordamos um teste de 1 mês, a partir de 2° feira farei o trajeto de ônibus x bicicleta, toda vez que tiver reuniões externas pré agendadas venho de carro, se ocorrer alguma urgência chamo um Táxi.
Vamos ver no que é que dá, né!?! Torçam por mim.




























